Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro], príncipe regente de Portugal, em que faz referências às dificuldades de comércio com Cantão, às prepotências do capitão-geral Luís de Melo Sampaio, à permissão de introdução de uns navios castelhanos em Macau e ao pedido para que os capitães-gerais não abandonem Macau sem pagarem as dívidas à Fazenda Real
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que proíbe os capitães-gerais de Macau de pedirem empréstimos quer aos moradores da cidade, quer aos reis vizinhos dela
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que a provisão dos capitães do presídio da fortaleza seja da exclusiva responsabilidade dos capitães-gerais de Macau, revogando os anteriores alvarás sobre o assunto
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que proíbe os capitães-gerais e os ouvidores de mandarem presos para Goa, com o título de "prejudiciais à República"
Alvará de confirmação de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que os capitães-gerais mandem processar regularmente o render da guarda e os exercícios de artilharia no forte de São Paulo, revogando os anteriores alvarás que o proibiam
Carta régia (cópia) de D. Pedro II, rei de Portugal, ao vice-rei do Estado da Índia, D. Pedro António de Noronha, (conde de Vila Verde), a informar que os capitães-gerais de Macau, em vez de se ocuparem, exclusivamente, das obrigações do seu cargo, dedicam-se a negócios particulares contra o que está estabelecido por Regimento. Ordena particular atenção na nomeação dos capitães-gerais.
Carta régia (cópia) de D. Pedro, príncipe regente de Portugal, ao Senado da Câmara de Macau, sobre os excessos dos capitães-gerais em Macau
Alvará de confirmação (cópia) que proíbe os capitães-gerais de excederem a sua competência e de se intrometerem nos casos crimes
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que autoriza os oficiais da Câmara de Macau a convocarem os cidadãos para resolver os problemas da cidade
Carta do príncipe regente para o vice-rei, a ordenar que os capitães- gerais de Macau, depois de terem acabado o seu tempo, não podem sair da cidade sem ficar provado primeiro que satisfizeram as suas dívidas.
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que ordena o ouvidor-geral e juízes ordinários a prenderem e a castigarem os delinquentes, mesmo que sejam criados dos capitães-gerais
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que autoriza a Câmara de Macau a prover os cargos de capitães de gente da ordenança e a conceder licença aos navios para saírem do porto e moradores que neles devem partir e seus alardos
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que autoriza os oficiais da Câmara de Macau a proverem o ofício de tranqueira
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que autoriza a Câmara de Macau a prover os cargos de oficiais da referida Câmara e os de escrivães de Juízos Ordinários e dos Órfãos
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que dá instruções sobre os documentos que devem ser registados na Câmara de Macau
Carta do governador e capitão-geral de Macau, António Moniz Barreto, a [D. João V], rei de Portugal, sobre o cumprimento do alvará de 1691 que proíbe aos capitães-gerais a intromissão na jurisdição do ouvidor e esclarece os motivos que teve para mandar prender o ouvidor Dr. António Moreira de Sousa
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino a D. João V, rei de Portugal, sobre a permissão de os navios de Macau navegarem para os portos do Brasil; informa, ainda, sobre a isenção do pagamento de 100 barris de pólvora ordenado pelo vice-rei do Estado da Índia a Macau, sobre a extinção dos cargos de feitor, ouvidor e sargento-mor em Macau e sobre a deslocação do Bispo de Macau ao Reino como procurador da cidade
Carta do rei ao vice-rei da Índia em que encarrega este de conseguir que os moradores de Macau armem, à sua custa, navios destinados a andarem "às presas nos mares do Sul e dessem guarda às embarcações que navegarem para esse Estado e Manila". À margem, a resposta do vice-rei, de 28 de Novembro de 1634, em que promete satisfazer ao que el-rei pretendia saber sobre a missão do desembargador Sebastião Soares Pais e manifesta a sua grande dúvida em conseguir que os moradores da China armem navios à sua custa.
Carta do rei ao vice-rei, em que diz ter tomado conhecimento das queixas apresentadas por D. Filipe Lobo contra a cidade de Macau e dos motivos por que D. Lourenço da Cunha e D. Luís de Meneses não quiseram servir na mesma cidade como capitães-gerais. À margem a nota "não se respondeo".
Ofício do Conselho do Governo de Macau, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, António Manuel de Noronha, em que acusa a recepção do Decreto de 1826-08-07, com as instruções sobre a convocação das Cortes Gerais da Nação Portuguesa
Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, António Manuel de Noronha, em que acusa a recepção do Decreto de 1826-08-07, com as instruções sobre a convocação das Cortes Gerais da Nação Portuguesa
Provisão do vice-rei da Índia para os mercadores que partirem para Macau, pagarem a 2% e 4% de Macau para Goa, sob pena de 500 cruzados de multa a favor da Ribeira e pagamento dobrado por 3 vezes dos direitos, mais 2 anos de degredo na fortaleza de Batecalau.
Sobre os Visitadores que foram mandados pelos gerais da Companhia de Jesus visitar a Província de Japão e China. (Chega até 1653).