Razões da Cidade de Macau para não aceitar as Provisões com que o Conde Almirante, Vice-Rei, mandou a D. Francisco de Mascarenhas por Capitão Geral dela.
É documento admirável pelos termos com que a Cidade fala do Vice-Rei e do Capitão Geral e pela gravidade com que pugna pelos seus direitos, os quais pelas ditas Provisões entende serem ofendidos.
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| Format: | Manuscripts |
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| Language: | Chinês |
| Published: |
s/d
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- Regimento de que havia de usar na viagem D. Francisco de Mascarenhas, que ia por Capitão da Nau S. José da Armada, que esse ano ia à Índia, em companhia do Conde da Vidigueira, Almirante daquelas partes, que El-Rei enviava por Vice-Rei delas.
- Alvará do Conde Almirante, Vice-Rei, para a Cidade de Macau fazer pagar a D. Francisco de Mascarenhas, que ora ia por Capitão Geral dela, seu ordenado aos quarteis do ano (eram 4$ xerafins por ano) assim como o for vencendo, descontando-se-lhe 2$ xerafins que, à conta dele, lhe foram dados pelos Procuradores da dita Cidade.
- Jose da Costa Nunes nao quer aceitar a mitra do bispo de Macau
- Carta de guia, em nome d´El-Rei, firmada pelo Conde Almirante, Vice-Rei, mandando a D. Francisco de Mascarenhas, Capitão Geral da Cidade de Macau, que entregue a dita Cidade a D. Filipe Lobo, que vai provido na dita Capitania Geral.
- Consulta sobre o memorial da tréplica de D. Sebastião Lobo da Silveira que alega razões para não aceitar a capitania da fortaleza de Malaca e requer, em sua vez, o governo de Macau. El-rei despacha-o com o governo de Macau que pediu.
- Alvará do Conde Almirante a D. Francisco de Mascarenhas ordenando que não se gaste nenhum dinheiro na fortificação de Macau e nas mais obras que forem necessárias sem parecer e consentimento do Capitão Geral.