Ofício do Conselho do Governo de Macau, ao secretário de estado dos Negócios Estrangeiros, [D. Pedro de Sousa Holstein] (marquês de Palmela), sobre o contrabando do ópio proveniente de navios surtos em Lintin, perpetuado pelo brigue espanhol "S. Sebastião", cujo proprietário e capitão é o autodenominado agente comercial de Espanha na China, D. Xavier de Irisarri; medidas a tomar pelo Governo de Macau para obstar o contrabando. Necessidade de negociações diplomáticas com os estados espanhol, inglês e americano de modo a regular o comércio do ópio na região em acordo com os chineses
Obs.: Anexos vários documentos comprovativos (LA a LE) e o jornal "Gazeta de Macau", nºs. IV, VI e VIII de 1824, Janeiro e Fevereiro Anexo: 1824-11-20 - Ofício do secretário de estado dos Negócios Estrangeiros, [D. Pedro de Sousa Holstein] (marquês de Palmela), ao [secretário de estado da Marinha e...
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| Format: | Manuscripts |
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| Published: |
1824-03-06
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| Subjects: |
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- Ofício do governador da Índia, Francisco António da Veiga Cabral da Câmara Pimentel, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], D. Rodrigo de Sousa Coutinho, (conde de Linhares), sobre o contrabando de ópio em Macau
- Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Joaquim Mourão Garcês Palha, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Joaquim José Monteiro Torres, sobre a intenção de expulsar o espanhol D. Xavier Irisarri por apoiar os moradores de Macau que se opõem ao Governo. Possibilidade dos ingleses ocuparem a ilha chinesa de Lintin
- Carta do capitão-tenente, comandante da fragata "Penha de França", Nicolau Fernades Fonseca, sobre a viagem a Macau para receber o dinheiro dos ex-jesuítas; a descrição da cidade; as fortalezas e freguesias; o clima; o governo político, militar e religioso; a administração de justiça; o comércio: a importação e a exportação; o contrabando de ópio; a fixação de estrangeiros em Macau, etc..
- Ofício do Bispo e governador de Macau, D. Alexandre [da Silva Pedrosa Guimarães], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, [Martinho de Melo e Castro], sobre a expulsão dos estrangeiros de Macau; a reforma na milícia; a repressão do contrabando e o incremento no comércio do ópio
- O espanhol que queria vender Macau à China
- Correspondencia proveniente de representacões diplomáticas e consulares de Portugal