Carta do [governador e capitão-geral de Macau], José Plácido de Matos Saraiva, a [D. José], rei de Portugal, sobre a administração de Macau.
Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], em que acusa o governador de Macau, Lucas José Alvarenga, por se intitular fidalgo da Casa Real não lhe tendo sido concedido tal título, conforme a pública forma inclusa
Representação do Cabido da Sé de Macau a [D. Maria I] rainha de Portugal, em que pede para ser admitido na Irmandade da Santa Casa da Misericórdia
Juramento dos fidalgos da cidade de Macau prestado ao rei D. Filipe II de Espanha, como rei de Portugal.
Requerimento do alferes agregado do Batalhão de Macau, Francisco de Melo da Gama Araújo, a [D. João VI] (rei de Portugal), em que pede pagamento de soldo por inteiro, visto ter vindo ao Reino como preso político e ter sido dado como inocente
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], sobre o progresso de João José da Silva no conhecimento da língua chinesa e propõe ser admitido como intérprete do Senado
Fidalgos in the Far East, 1550-1770: fact and fancy in the history of Macao
Ofício do Bispo de Macau, Frei Francisco [de Nossa Senhora da Luz Chacim], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre ter sido acusado de ter obtido receitas pecuniárias indevidamente com dispensas matrimoniais e comutações de penitência
Real decreto a agradecer ao governador das Filipinas a boa correspondência que havia tido com a cidade de Macau.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [ministro assistente ao despacho, D. Fernando José de Portugal] (marquês de Aguiar), em que agradece por ter sido silenciada a causa contra João de Saldanha Lobo; pede para ser promovido a chefe de divisão, com dobra nos soldos; propõe a troca do palmar de Dramapor por gratificação anual de mil e duzentos xerafins e por duas vidas
Requerimento de António do Amaral de Meneses, moço fidalgo da casa de Sua Majestade, em que pede a capitania da fortaleza de Diu, de Macau e da China.
Carta (cópia) do fidalgo português Tiago Ferreira, para o governador-geral, em Batávia.
Capitulo 47. Dos outros trabalhos, perigos, e angustias em que se os nossos viram: e de como se resolverão os fidalgos Japoens de todos 4. entrarem na Companhia.
Matos, Bento de, S. J. - Sua profissão.
Declaração sobre o Padre Matheus Francisco Cypriano ter sido legitimamente despedido da Companhia. Cochim 15 de Abril de 1647, assinada por Ignacio Bruno.
Capitulo 38. De como o P. foi á Nara, e baptizou Yuquidono, e Guequidono, e outras pessoas nobres: e da conversam de 73. fidalgos no Reino de Cavachi na fortaleza de Ymori.
Decreto de D. Miguel, rei de Portugal, a prover Manuel Joaquim de Matos e Góis como governador de Macau, por três anos
Agradece-se o telegrama do Bispo de Macau
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João] (príncipe regente de Portugal), a agradecer pelo perdão das dívidas dos moradores da cidade à Fazenda Real.
Carta do Bispo de Pequim, D. Joaquim [de Sousa Saraiva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre a rebelião contra o imperador da China; a perseguição aos cristãos no império; o incêndio na Casa de São José de Pequim e o pedido de renúncia ao lugar do Bispo de Pequim.
Justificação da certidão atras de Antonio da Costa Bonichio Fidalgo da Caza de Sua Magestade. [1656 Jul. 2]
Requerimento dos náufragos coreanos às autoridades sínicas, sobre o pedido para a conservação das ofertas do "rei" de Léquios, devido a seu navio ter sido assolado por uma tempestade, tendo sido resgatados por um navio matriculado na praça de Macau, que seguia de Manila para Macau
Principião as noticias do anno de 1590. Capitulo 25. De como o P.e.Vizitador Alexandre Valignano com outros P.es, e Jrmãos da Companhia, e os 4. Fidalgos, que forão á Roma, chegarão á Japam.