§2.º Refere-se verdadeira, e sinceramente todo o facto do crime, que se impoem a Jozê Vaz antes de ser Nayque do Santo Officio.
Entry number 7158 in catalogue "Jesuítas na Ásia"
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- $4.0 Mostra-se com evidencia, que Jozê Vaz no cazo referido no § 2.0 não cometeo crime algum, mas fez o que era obrigado a fazer.
- $3.0 Propoem-se alguns fundamentos juridico da innocencia de Jozê Vaz Naique, e da rectidão do Reverendo P. Comissario do Santo Officio.
- Apologia em que se defende a innocencia de Jozê Vaz Naique do Santo Officio, e a rectidão, e benignidad do Reverendo P. Francisco Pinto comissario do mesmo Santo Officio calumniadas em huma proposta publica e em humas alligações juridicas.
- § 6.º Refere-se sinceramente, o como se houve o Reverendo P. Comissario do Santo Officio com o Ouvidor desde principio atè o fim.
- Carta do P. Thome Vaz para... Collegio 10 de 8tubro de 1686.
- Carta de Thome Vaz para... Collegio de Macao 9 de Septembro de 1676.