Carta do rei, D. Filipe III, para o vice-rei da Índia, sobre as notícias recebidas acerca do rei de Macassar e da embaixada que se lhe enviou; correspondência com ele, etc. e também da licença pedida para fundir algumas peças de artilharia em Macau. Entende o monarca que a amizade com este rei é de grande importância e como o seu procedimento tem sido bom, pede ao vice-rei que lhe envie uma espada e uma espingarda e que mantenha toda a boa amizade com ele e lhe assista em tudo o que este rei pedir.
Livro das Monções.
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| Format: | Manuscripts |
| Published: |
1640, Fevereiro, 13
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- Carta de António Pais de Sande, governador da Índia, para Aminadin Ussene Raibará, embaixador do rei de Sião, em que o informa que, antecipando até o seu pedido, já ordenara à cidade de Macau que fizesse pagamento a ele da quantia que ainda lhe era devida do empréstimo que fizera à referida cidade, para esta enviar embaixador ao rei da China. Mais uma vez salienta a boa amizade que deseja manter entre Portugal e Sião.
- Carta [original], do imperador do Japão Mutsu-hito, para o rei D. Luís I; faz oferta da Suprema Ordem do Crisântemo, de que lhe envia as insígnias do Grão Colar, as quais pede que aceite como prova de amizade [em japonês]
- Capitulo 62. Do Collegio de Amacusa, e suas Rezidencias: e do que este anno lhe socedeo com esta perseguição.
- Carta [cópia] do príncipe regente [D. Pedro] para o vice-rei da Índia (João Nunes da Cunha, conde de S. Vicente], a ordenar boa correspondência e recíproca amizade com os ingleses, que tocarem os portos do Estado da Índia, excepto em relação a Macau.
- Carta do vice-rei da Índia para o rei, em que envia com esta carta a cópia da petição que lhe fez o desembargador Sebastião Soares Pais, quando voltou da China, onde fora com alçada. Esta petição foi submetida ao parecer do Conselho que decidiu deferi-la e pede que o rei a confirme, visto que é muito justa.
- Decreto de D. João V, rei de Portugal em que ordena que ao Bispo de Nanquim, D. António Pais Godinho, além da côngrua de duzentos mil réis que lhe foram consignados nas rendas pertencentes à administração do Conselho Ultramarino, se lhe paguem, pelas mesmas rendas, duzentos e oitenta mil réis cada ano, na mesma forma e tempo que a côngrua, com início na data deste decreto