Relação da chegada do embaixador de Portugal Francisco Xavier Assis Pacheco e Sampaio a Macau e à China.
Carta do embaixador da China, Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Diogo de Mendonça Corte-Real, em que relata os pormenores da sua viagem de Lisboa a Macau
Carta do Pe. José Espinha ao [embaixador à China, Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio], sobre as actividades dos missionários franceses.
Carta do Pe. Inácio Francisco ao embaixador à China, [Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio], sobre a impossibilidade de estar presente à sua chegada a Pequim.
Carta do imperador da China, Qianlong para o rei de Portugal, D. José I; agradece a embaixada e os presentes recebidos e retribui com presentes cuja lista vai discriminada; relativa à 4.ª embaixada portuguesa à China, em Pequim desde 1 de Maio de 1753; embaixador: Francisco Xavier Assis de Pacheco Sampaio]. Texto trilingue, escrito em caracteres latinos, sínicos e manchús.
Decreto de D. José, rei de Portugal, em que ordena para que no caso da morte do embaixador à China, Francisco Xavier Assis Pacheco e Sampaio, seja substituído pelo secretário da mesma embaixada o bacharel José Inácio de Brito Bocarro e Castanheda.
Ofício do governador e capitão-geral de Macau, D. Rodrigo de Castro, sobre a chegada a Macau do embaixador à China, Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio, a recepção em Macau, as medidas tomadas para ser recebido pelo imperador e os contactos com os mandarins.
Decreto de D. José, rei de Portugal, sobre a declaração do ordenado devido ao embaixador da China, Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio, e a ordem para que passe a vencer desde 1 de Janeiro o mesmo ordenado dos conselheiros do Conselho Ultramarino.
Carta do embaixador à China, Francisco Xavier Assis Pacheco e Sampaio, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Diogo de Mendonça Corte-Real, sobre as providências necessárias para a partida do secretário na embaixada à China, bacharel José Inácio de Brito Bocarra e Castanheda.
Decreto de D. José, rei de Portugal, em que nomeia o bacharel Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio conselheiro do Conselho Ultramarino, em recompensa dos serviços que irá fazer como embaixador à China
Requerimento do embaixador para a China, Francisco Xavier Assis Pacheco e Sampaio, a [D. José], rei de Portugal, em que pede certidão sobre tudo o que constar na secretaria do Conselho Ultramarino sobre o anterior embaixador à China, Alexandre Metello de Sousa e Meneses
Carta do Pe. Joseph Castilhone ao [embaixador da China, Francisco Xavier de Assis Pacheco e Samapaio], para lhe apresentar cumprimentos.
Decreto de D. José, rei de Portugal, em que ordena se pague a Francisco Xavier de Assis Pacheco e Sampaio 3.000 cruzados para ficar igual ao ordenado vencido no ano anterior pelos conselheiros do Conselho Ultramarino.
Copia da Relação que o R. P. Estevão Lopes, da Companhia, Procurador Deputado em Roma pela Congregação Provincial do Japão, dá do Embayxador da China Francisco Xavier de Assis Pacheco. A Embaixada foi em 1752 e 1753. Incompleta. A letra da cópia é de Rodrigo Xavier Pereira de Faria.
Requerimento do sargento-mor da vila de Benavente, Francisco José Colaço Lobo, em que pede uma certidão do registo de nomeação do embaixador à China, o desembargador Francisco Xavier de Assis Pacheco.
Cap. 6. Conclusão da reposta do P. Fontaney, e impugnação da mesma.
Carta do mar da China, desde ilha São João até a Pedra Branca.
Jornal (extracto) Gazeta de Londres que relata a prisão do padre Rodrigo da Madre de Deus pelos chineses, por ter servido de intérprete do almirante Drury, quando da chegada de tropas britânicas à China.
Carta em que se relata o sucesso que os negocios do Bispo de Japão tiverão em Goa de Março de 1627 atè o fim de Fevereiro de 1628.
Rascunho da conta que o Embaixador deu a El-Rei da sua Embaixada.
Esmolas, que se derão desde Agosto de 1629 até o de 1629.
Sacramentos que os nossos Missionarios de Tunquim administrarão desde a Pascoa de 1747 até a Pascoa de 1748.
§. 2.º Relata-se a horrivel, perseguição contra a Sancta Ley no anno de 1712.
Collegio de Pekim, e suas adjacencias desde Julho de 694 atè Julho de 699.