Ofício do Cabido de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, José António de Oliveira Leite de Barros, conde de Basto], sobre o pagamento de 9.000.000 réis de emolumentos do diploma do privilégio de poder cobrar as suas dívidas executivamente
Obs.: Anexa uma letra de câmbio.
Saved in:
| Format: | Manuscripts |
|---|---|
| Published: |
1832-01-19
|
| Subjects: |
Similar Items: Ofício do Cabido de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, José António de Oliveira Leite de Barros, conde de Basto], sobre o pagamento de 9.000.000 réis de emolumentos do diploma do privilégio de poder cobrar as suas dívidas executivamente
- Ofício do Cabido de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, José António de Oliveira Leite de Barros, conde de Basto], sobre a autorização concedida para cobrar as dívidas executivamente
- Ofício do Cabido de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, José António de Oliveira Leite de Barros, conde de Basto], sobre a autorização concedida para cobrar as dívidas executivamente
- Representação do Cabido de Macau a [D. José], rei de Portugal, a pedir autorização para cobrar os seus bens executivamente e poder nomear um juiz executor para esse efeito
- Ofício do Cabido de Macau ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, [José António de Oliveira Leite de Barros, conde de Basto], a pedir autorização para cobrar as suas dívidas executivamente, em condições iguais às da Fazenda Real por falta de pagamento dos tomadores e pelos naufrágios dos navios de Macau conforme provisão régia de 1718-04-13
- Requerimento de Manuel António Gonçalves a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede para que a meia reforma já concedida seja de 6$000 réis em vez dos 3$000 que pretendem dar-lhe porque o soldo do cirurgião do partido no Reino é de 12$000 réis
- Requerimento de Manuel Homem de Carvalho a [D. Isabel Maria] (infanta regente de Portugal), a pedir o lugar de oficial da Secretaria de Estado da Marinha e Ultramar, vencendo o ordenado de 720$000 sem emolumentos e abdicando da pensão de 1.200 taéis que lhe fora concedida por D. João VI