Rezolve-se que não incorreo em excomunhão o Ouvidor da Cidade de Macao, por mandar prender dous homems que trabalhavão para o Bispo [de Macau] Dom Fr. João de Piedade.
Rezolve-se que não incorreo em excomunhão o Ouvidor da Cidade de Macao, por mandar prender dous homems que trabalhavão para o Bispo [de Macau] Dom Fr. João de Piedade.
Representação dos oficiais da Câmara de Macau a D. João V, rei de Portugal, sobre a distribuição das viagens de Batávia, Manila e Timor. Informam que essa distribuição é feita por ordem do vice-rei do Estado da Índia
Mitos E Metamorfoses Do Sujeito Na Jornada Poética De Fernanda Dias晴蘭創作歷程中主題的虛構與變形
Carta do rei de Camboja para o vice-rei da Índia, em que se refere aos serviços de Diogo Veloso e à sua acção em Sião e no Laos, com informações sobre o bom relacionamento com o capitão de Malaca e com os Franciscanos.
Carta de três moradores de Macau ao príncipe sobre a situação em que se encontra Macau por falta de comércio e pelas imposições a que estão sujeitos; referência à actuação de D. Álvaro da Silva.
Carta do rei de Cambojia ao vice-rei da Índia, em que se refere aos serviços de Diogo Veloso e à sua acção em Sião e no Laos, com informações sobre o bom relacionamento com o capitão de Malaca e com os Franciscanos
9. Continùo meu caminho, e chego a Ki lañ, e como aqui escapei de seis Nhumões, que vierão para me prender estando dizendo missa.
Carta do capitão-mor da China para o rei sobre a rebelião chefiada por Domingos Monteiro e António Rebelo Bravo, com apoio do Bispo da cidade que mandou prender e excomungou o ouvidor Estêvão Barreira por este se tentar opôr à mesma rebelião.
Carta do governador da Índia, Fernão de Albuquerque, para os oficiais da Câmara da cidade de Macau em que os adverte pelo facto de seus antecessores, contrariamente às provisões régias, terem permitido a partida dos navios de D. Diogo de Miranda e não o terem feito prender, quando do seu regresso, não obstante estar provado que ele acompanhara os castelhanos ao Japão, culpa esta gravíssima por ser muito prejudicial ao comércio da Índia.
Carta do vice-rei e capitão-general do Estado da Índia, D. Pedro de Mascarenhas, (conde de Sandomil), a D. João V, rei de Portugal, sobre a conveniência da extinção do lugar de ouvidor de Macau e das praças de Chaul e Diu
Carta do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre as medidas das autoridades chinesas contra a importação do ópio em Wampúa. Administração de Macau e relacionamento com o governo chinês
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, a ordenar que as viagens de Solar e Timor fossem livres para os moradores de Macau e a sua distribuição feita em pautas cerradas
Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo, conde da Barca], sobre a nomeação do morador António Pereira como deputado e procurador de Macau nos estabelecimentos ingleses sujeitos ao Governo de Bengala
Aviso (minuta) do [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, ao [governador do Estado da Índia], D. Frederico Guilherme de Sousa, sobre a condução do Bispo de Pequim ao seu destino acompanhado de um missionário e de um pastor à custa da Fazenda Real; a correspondência do Bispo através de Cantão para não passar pelas mãos dos mandarins; a embaixada russa à China e a possibilidade de haver um agente da Corte Portuguesa em Pequim.
Este livro se manda para a Procuratura da Provincia de Japão na cidade de Lisboa na Nao S. Pedro e S. João neste Janeiro de 1747 annos. o qual não deve sahir da Procuratura, se for necessario algum Treslado se mande tirar; este he o segundo Tomo. João Alvares. O primeiro Livro ja o mandei em Janeiro de 1746 na Nao JESVS Maria e Jose e S. Miguel. João Álvares.
Carta do Bispo de Macau, [D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães], a D. José, rei de Portugal, sobre as acusações contra o governador por ter mandado sequestrar os bens do Pe. Manuel Soares Araújo e prender o tesoureiro-mor e juiz dos resíduos por ter aberto o testamento do referido padre
Carta do governador e capitão-geral de Macau, António Moniz Barreto, a [D. João V], rei de Portugal, sobre o cumprimento do alvará de 1691 que proíbe aos capitães-gerais a intromissão na jurisdição do ouvidor e esclarece os motivos que teve para mandar prender o ouvidor Dr. António Moreira de Sousa
29. Não dè banquetes, nem tenha cozinha, quinta, e &.a.
Capitulo 63. De como o Fixo de Firãdo mandou armada á Fucunda contra a nao: e de outras couzas da Christandade do Ximo.
Este livro o manda para a Procuratura da Provincia de Japão em lisboa este Janeiro de 1747. na Nao S. Pedro e S. João. para se conservar na dita Procuratura e della não sahir. o propio, Macao. primeiro de Janeiro de 1747. João Alvares. [autógrafo]
Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, sobre o relacionamento dos estrangeiros no império da China; dá instruções e toma providências restabelecedoras dos privilégios e da autonomia de Macau.
Cap: 26. De como Safioye trata de perseguir a Christandade de Nangazaqui, e não teve efeito; e conta-se o principio que teve a guerra de Vozaca.
Ordem do rei de Espanha para o abade Maserati a pedir para obter do príncipe regente D. Pedro uma ordem para que o governador de Macau deixe passar para a China os missionários dominicanos e franciscanos e os auxilie. Pois não é justo que missionários espanhóis não possam missionar em territórios portugueses.